Era domingo, meio da tarde. As crianças dormiam e a casa estava limpa, arrumada, tudo perfeito para uma dona de casa prendada como Lurdes. Olhava para o marido sentado no sofá, jogando algum tipo de vídeo game e sentia saudades do tempo de namoro... Era daqueles machos viris, que tinha o que ela chamava de “a pegada”, mas agora o fogo era incerto, às vezes sim, muitas vezes não. Só sabia dela, que continuava acessa...

Olhava para o marido como quem pede alguma coisa, se insinuava, ele nada de notar. Aproximou-se, cruzou as pernas malhadas por anos de academia, seios que mesmo para uma recente mãe, ainda despontavam na blusa quando excitados. Beijou-lhe a orelha, introduzindo sua língua ardente e dando leves mordiscadas. Ele parou que estava fazendo, olhou para Lurdes, que já podia pressentir o sexo gostoso que seguiria, e disse:
-Lurdes, tá com cheirinho de alho!  Bem que eu senti um gosto forte de alho na comida! Você usou muito alho amor?
Lurdes ficou estática. Não podia crer no que ouvira. Era como se alguém a destruísse, a derrubasse. Após se desculpar, levantou-se e foi lavar as mãos. Lembrou da música do Cazuza que naquela noite foi seu hino: "A emoção acabou, que coincidência é o amor..."

Alguns dias se passaram e sozinha em casa a campainha tocou, era um rapaz, que mostrava um enorme crachá e se identificava:
-Boa tarde! Sou do Censo! A senhora poderia responder algumas perguntas?
-Claro! Por favor, entre! Você quer alguma coisa? Água, um cafezinho?
O rapaz respondeu que não, deu para perceber, mesmo disfarçando, os olhos devoradores nas pernas da dona de casa, que trajava uma curtíssima saia. Ao contrário do que se esperava, ela gostou e instigou o rapaz com uma fatal cruzada de pernas.
-Desculpa meus trajes não esperava visitas...
Gaguejando o rapaz disse:
-Vou fa...fazer as perguntas rápidas, ok!
-Faça sim, e ainda pode sobrar tempo... Para um lanchinho! Você quer?
-Lan... Lan... Lanchinho? Sim! Adoraria comer alguma coisa...
Lurdes abriu as pernas após essa resposta, revelando uma calcinha preta pequena que mal tapava seu sexo, tirou a calcinha lentamente de onde estava e manteve as pernas abertas exibindo-se para um boquiaberto rapaz, que naquela tarde fez mais que as perguntas sem graça do Censo...

Quando o Marido de Lurdes chegou, a casa estava arrumada, o jantar pronto e as crianças se preparando para dormir. Lurdes encontrava-se muito sorridente e ganhou um leve beijinho do marido trabalhador que tomou um banho, jantou e foi dormir...



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