terça-feira, 22 de maio de 2012

O caos, o ovo frito e o cara do gás.


Oi povo! Não, eu não morri... Não dessa vez. Mas passando por momento difícil, não gostaria de usar meu blog para desabafar, logo esse humilde blog que tanto nos fez rir. Então, abri uma brecha na minha vida para te fazer rir. Sim você mesmo! Você ai, sentadão (sentadona), perdendo seu tempo com minhas tosqueiras. Mas eu sei que você gosta, então lá vai...

Eu contei o dia que minha casa inundou?  SIM caros três leitores, minha casa inundou, e olha, moro no terceiro andar! (??????) Foi assim: Minha filha, linda, loira, feliz, pentelha e atentada, inventou de pegar a bolinha do cachorro, em um belo dia de brincadeiras no terraço, e jogar no cano de escoamento(sem eu saber). Cano de escoamento para quem ainda não ligou o nome a coisa, é justamente o cano que ESCOA água da chuva ou qualquer outra água que encher o terraço. Se ligou? Não... Minha filha jogou uma bolinha de borracha, pertencente ao Shiryu no cano que é como uma veia principal de escoamento de água. Ou seja, quando caiu aquele toró do caralho, euzinha sem saber o motivo, razão e circunstância, vi a casa INUNDANDO de tal forma que parecia uma piscina interna... Dá para imaginar meu desespero? Não sabia o que fazia! E cadê o rodo? (RODO, AQUILO QUE PUXA A ÁGUA, IGUAL VASSOURA SABE?) Eu estava FUDIDA e mau paga!!! Para piorar minha situação meu padrasto maluco entrou em crise e não queria largar a ÚNICA vassoura da casa, meu instrumento para lidar com o problema, começou a falar coisa com coisa, no meio da água quis fritar UM OVO para Bárbara (minha filha)e disse que no quartel foi preparado para isso(???). Minha filha começou a chorar o cachorro a latir e acreditem amigos leitores, foi desesperante! (Silêncio para sentir o drama). Peço encarecidamente para que leia de novo, esse mesmo parágrafo, em ritmo frenético, pois talvez, repito talvez, você ai, na calmaria da internet sinta o que eu senti.


Indo do caos para o “drama” eu gostaria de saber por que as coisas acabam quando mais se precisam delas e quando mais é difícil comprá-las para repor. Sabe? Tipo o gás da minha casa que é botijão.  O gás da minha casa parece ter vontade própria, ele só acaba aos domingos na hora do almoço, em vésperas de grandes feriados ou quando é fim de mês e está todo mundo mais duro que pau de tarado. Ele tem tanta vontade própria que quase escuto uma risadinha sádica de: Te fodi! Foda-se! RARARARARA!!!  Então... Nesse último feriadão, que segunda-feira foi feriado no Rio de Janeiro, graças ao JORGE BABU, odiado pelos evangélicos, que conseguiu decretar feriado no dia de São Jorge, quem resolveu acabar na minha casa? Isso! O GÁS safado! No meio do ritmo quente que estava o fogão da minha mãe, com comidas mirabolantes e cheiro bom. Por sorte tínhamos uma reserva de dinheiro, um telefone de gás 24 horas que funciona inclusive aos feriados, dias santos, morte de tios, padrinhos e avós, resumindo se bobear abre até no dia 25 de dezembro e chama-se por ironia “Gás legal”.  Ligamos e para nossa sorte e azar de quem estava trabalhando, conseguimos pedir o tal. Esse gás é o mesmo que da outra vez, veio aqui em casa, uma cara tipo modelo, todo trabalhado no músculo, nas grandezas e “fortezas”, amigas chegadas vocês já devem ter ouvido essa mesma história contada ao vivo por mim e o tal pensamento safadinho: “Me chama de botijão, me carrega nas costas que eu te chamo de meu amor...” Então... Dessa vez esperando o tal bonitão fortão, me empiriquitei toda (empiriquitei: o mesmo que,  me arrumei, passei um lápis, um perfuminho, uma roupinha menos dona de casa) e fiquei lá, a espera do “Zulu” do gás.
Gente, não faz cara feia! Não me recrimine! Não quero casar com o cara do gás, nem ter dez filhos com ele, apenas admirar a obra de Deus (KKKKKKKKKKK!!!) E “vamô” combinar, os entregadores daqui onde moro vão de mal a pior, isso quando não é igual ao da farmácia, que usa cabelo Chanel e unha de porcelana, pintada na cor berinjela.
Voltando ao cara do gás, to eu lá esperando, já com a gorjeta na mão, imaginando um momento trash de dancinha, dinheirinho na cueca... A campainha toca, eu me preparo, encolho a barriga e... Pow, cara! Foi um tiozinho lá , um barrigudinho, com bigodinho a La Leôncio... Momento silêncio... Sentiu o drama? Dei gargalhadas com minha fértil mente imaginando o tiozinho fazendo a tal dancinha e pedindo dinheiro na cueca. Não, melhor pensar outra coisa! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!


Olha, abril foi um mês do KCT, sabe? Tudo aconteceu comigo e parece que ele ficou enorme, sei lá, demorou a acabar. Mas GRAÇAS,  maio já está ai e essa zica que fique pelo mês de abril.


Prometo voltar logo! Fui...

4 comentários:

Juliana disse...

Só minha mentora para transcrever tragédia em tom de comédia;;; tu é de mais, e obviamente q lembro da sua frase sobre o entregador de gás!!! bjus boa noite

Karine Tavares disse...

Teu blog é ótimo, parabéns!

Vem conhecer o meu:
leiakarine.blogspot.com

Jacques disse...

Boa noite, Fabiana.
Que bom que voltasses a postar essas histórias que lembram um pouco as da Joicy Doida.
Ao que parece, o Caos mora ou aí na tua casa, ou ao lado.
Abraço, Fabiana.

Rodrigo disse...

Sentiu-se uma sereia em meio de tanta água ??