quarta-feira, 31 de março de 2010

O homem do futuro


Não recomendado para pessoas que se acham normais... 

 

Desembarcou mais uma vez da máquina do tempo. Sua missão era não mudar a história,  mas torna-la mais branda, já que o futuro sofria por demasiado os reflexos da sociedade do passado (ou presente). A sociedade daquele presente era seu passado, e aquele passado não estava preparado para saber toda a verdade da linha do tempo...
Como resgatar uma sociedade completamente perdida a margem da corrupção, miséria,  egoísmo, falta de ética e moral? Também achava impossível, mas deveria aos poucos plantar a sementinha da verdade no coração de cada um.
Ouvia as mais loucas teses sobre a máquina do tempo. Nave espacial era a mais ouvida. Vida em outros planetas, em seu tempo isso é normal, mas as pessoas daquela época não estão preparadas para a verdade e então ele ria as vezes sozinho das histórias contadas...
Com o passar dos milênios o corpo humano sofreu mudanças, fruto da evolução natural de toda espécie, mas as pessoas daquela época também não podiam saber disso, já que a humanidade milênios à frente não tem pêlos e cabelos, a linguagem é universal através da telepatia. Não se fala como falamos hoje. TUDO MUDOU DEPOIS DA 3ª GUERRA...
Mas isso não importa! Não podia mudar as coisas presentes(ou passadas) apenas usar de toda sua  sabedoria para mudar aos poucos todo aquele lixo humano, é olha que não se tratava apenas de lixo produzido por nós, mas o lixo no sentido pejorativo acabou com a humanidade como a vemos hoje.  Milhões morreram, e apenas havia um lado positivo nisso tudo: em seu tempo seja qual for ele (passado,presente ou futuro) não havia mais fronteiras, barreiras, diferenças sociais. Até para os que viviam em Marte, viviam bem e sempre unidos com os terráqueos.
Então nosso homem do futuro respirou profundamente e ligou seu holograma de disfarce:






        

       Ele não morreu, apenas voltou para o futuro...

      

domingo, 21 de março de 2010

Royalties, gelatina Royal e a subretranca.



-Vocês sabem o motivo da passeata?
-Sei lá! Chegaram na "comunidadi" deram camiseta, mandaram encher os ônibus, agitar as "bandeira" que no final tinha pão com "mortandela" e refresco de caju! Ai nois veio com "bumbu e chucaio" pra fazer uma festa!


Sabe onde escutei isso? Na passeata dos  Royalties...
É... Muita gente não sabia direito o motivo de estar ali, só sabia que sem "ROYALITES" não tem Olympiadas nem Copa do mundo. COMO ASSIM GENTE? Não ia ter Olympiadas e Copa do mundo antes de se descobrir o pré-sal? Por que agora não vai ter mais?
Cartazes suspeitos apareciam denunciando a " COVARDIA" contra o Rio de Janeiro, um clima que ficou piegas demais. E os trios elétricos? Eu nunca vi  "bicho" daquele tamanho! Eu achava que sabia o que era um trio elétrico, mas estava enganada! Naquele dia me senti na Bahia e seus famosos trios elétrico, que como já disse Jaime Guimarães no seu blog (http://grooeland.blogspot.com/) jogam seu xixi e cocô no meio da avenida... Era mais ou menos assim, só que no sentido figurado, já que por trás da manifestação havia a "doce" mão do nosso governador Sergio "Gordinho" Cabral  e nosso prefeito Eduardo "MAURICINHO" Paz....

Claro que você não é obrigado a saber o que é Royalties . Eu também a pouco tempo atrás não sabia. Mas por favor não tem nada a ver com aquela famosa gelatina ROYAL e seu garoto propaganda o Bocão... Definição do Wikipédia:
Royalties é o termo utilizado para designar a importância paga ao detentor ou proprietário ou um território, recurso natural,produtomarcapatente de produto, processo de produção, ou obra original, pelos direitos de exploração, uso, distribuição ou comercialização do referido produto ou tecnologia. Os detentores ou proprietários recebem porcentagens geralmente pré-fixadas das vendas finais ou dos lucros obtidos por aquele que extrai o recurso natural, ou fabrica e comercializa um produto ou tecnologia, assim como o concurso de suas marcas ou dos lucros obtidos com essas operações . O proprietário em questão pode ser uma pessoa física, uma empresa ou o próprio Estado.
Com minhas palavras talvez fique melhor: Dinheiro no bolso do Estado desviado para os políticos, palanque para as próximas eleições e o que seria justo tornando-se uma grande palhaçada!


O que você tem haver com isso? Tudo! Muito dinheiro vai rolar e se a medida Ibsen for aprovada preste atenção se esse dinheiro está indo para a educação, saúde e segurança do seu Estado. Ou se o Governador, prefeito e corja similar estão ficando cada vez mais ricos.  Não, você não vai ficar rico com os Royalties!  Mas as condições de vida tem que melhorar depois disso sim!


Subretranca (homenagem a Mattheus!): 
Opinião da blogueira:
Acho a medida Ibsen descabida. Sabe-se que o impacto ambiental e social é muito grande. Não quero usar de bairrismo, mas se o dinheiro dos Royalties fosse bem aplicado, muita coisa poderia melhorar. Esse dinheiro não é do Rio de janeiro e sim da União, ou seja, todo o Brasil "pode" (teoricamente) sentir os efeitos dessa injeção de dinheiro. Ao invés dessa medida Ibsen outro acordo poderia ser feito. Mas alguns milhões doem demais no bolso dos sedentos governadores, prefeitos e corja similar...

domingo, 14 de março de 2010

Ela morreu e só isso...

 Era dessas moças que passam despercebidas, muito magra, recatada e tímida. Tinha uma beleza que poucos percebiam: cabelo liso, negro, sempre preso, cabeça sempre baixa e olhar a furto. Sempre usava vestidos que aparentava ser de uma mulher mais velha, nos pés sapatinhos de boneca ou sapatilhas, pouco falava e pouco sabia sobre tal moça.
   Soube por língua alheia e bem informada, que ela, a moça em questão, vira do interior do Rio de Janeiro. O pai havia morrido há muitos anos e a mãe quis um futuro melhor para a filha. Mandou-a para a cidade tentar a sorte na casa da irmã, Dona Zulmira que tinha uma pensão, dessas que serve comida caseira e faz entrega a um pequeno número de pessoas. Parece que a moça queria ser professora, mas um comentário essa mesma língua fez:
- Pensava que a pobre era muda... Nunca “vi ela” falar. Fico imaginando a aula de uma “fessora” assim? Riu-se sozinho o pobre desdentado...
   Fingiu que riu para aquela criatura que frequentava a pensão da Tia da moça, mas o nome dela ele não sabia...
   Da janela onde morava a via passar com quentinhas de entrega para lá e para cá, realmente a aparência frágil da moça não condiz com seu trabalho árduo, pernas finas, tão magrinhas! Mas ia da Lapa a Praça XV, várias vezes ao dia.
   Deparou-se obcecado por aquela pessoa, quem era ela? Quais seus sonhos? Seus objetivos? Qual era simplesmente o seu nome? A mente daquele homem borbulhava de indagações e a figura daquela frágil moça esmiúça-lhe os sentidos. Como bom homem de letras que era resolveu escrever seus sentimentos, mas não tinha idéia de como lhe entregar tais sentimentalidades.
    No dia seguinte foi na pensão, na esperança de encontrar aquela a quem gostaria de algo mais saber, mas não a viu. Resolveu almoçar, aquele aromático almoço as 11h00min horas da manhã. As horas passavam... O incessante bater de talheres e aquele burburinho não parava. Pacientemente esperava. Um a um os clientes iam embora, e nada da moça aparecer, o silêncio já reinava e só ao fundo escutava o lavar de pratos na copa da casa. Dona Zulmira a limpar as mesas e a olhar de “rabo de olho” para o rapaz que já estava ali há várias horas naquela posição, devia estar curiosa a senhora, foi se chegando e perguntou ao rapaz:
- Vai querer sobremesa moço?
   Respondeu que não muito sem Graça, levantou-se para ir embora
Com muita intimidade a senhora perguntou para o moço:
- Você mora aqui por perto meu filho? Acho que já lhe vi por ai
- Sim, moro. Já vim aqui algumas vezes. Sabe como é, moro sozinho...
Respondeu ainda muito envergonhado.
  Tomando-se de coragem perguntou para a senhora:
- A senhora tem uma sobrinha? Não a vi hoje...
- Sim, Virgínia. Foi fazer uma entrevista. Sonha em ser professora, mas ela é muito quieta, muito tímida...
Ficou mudo, o nome ecoava na sua cabeça, Virgínia... Parecia estar em outra atmosfera, Virgínia, Virgínia, Virgínia... Quando por si se deu, Dona Zulmira falava:
-Moço? Moço?
Agradeceu à senhora, e saiu desligado. Estava muito calor nesse dia, mas também estava extasiado por saber aquele nome: V-i-r-g-í-n-i-a, pisava em nuvens, e ao colocar a mão no bolso sentiu o papel dobrado da carta que não entregara. Foi quando trombou em algo e quando voltou ao mundo real viu Virgínia agachada recolhendo alguns livros no chão. Rapidamente agachou-se também e ajudou a recolher os livros, olhava para ela, mas a moça não levantava o rosto, disse-lhe então:
- Desculpa Virgínia, estava distraído.
   Virgínia olhou para ele, imaginando certamente como sabia seu nome. Poucos sabiam ou tinham o trabalho de perguntar, o rosto corou-se e voltou a olhar para o chão, perguntou então a moça para o desconhecido:
- Como sabe meu nome?
-Sua tia...
Engoliu a seco e continuou nervoso:
- Sua tia disse-me seu nome, também falou da entrevista...
Visivelmente nervosa Virginia cortou-lhe o dizer, falando baixinho:
-Minha tia fala demais e eu de menos...
Levantou-se e saiu em direção à entrada da pensão, era visível que estava com raiva de alguma coisa. Poderia ser da entrevista de emprego que fez, raiva da tia linguaruda ou do rapaz que se mostrava estranhamente interessado, ninguém nunca se mostrava interessado...
   Observou-a entrar, e quando percebeu estava com um dos livros ainda na mão, como por um impulso colocou a carta de amor dentro do livro memorizou a página e gritou por Virgínia, ela virou-se e pela primeira vez pairou seu olhar sobre os dele. Eram olhos de Capitu, sentiu as pernas bambearem, olhou o contorno perfeito da boca o nariz fino e arrebitado, como conseguira esconder tanta beleza? Com a voz tremula disse-lhe:
-Página 93.
   Sem nada entender agradeceu e virou as costas, acho que não percebeu que tudo aquilo era um cortejo, por certo ninguém o havia feito antes, era realmente uma moça pura, a cidade grande ainda não havia corrompido seu coração.
   Inquietante foi o resto do dia, ficou imaginado se já achara a carta que havia escrito sem antes saber seu nome. Muito mal dormiu, e quando conseguiu pegar no sono o dia já amanhecia, tomou café da manhã pensando no almoço na pensão de Dona Zulmira. Queria ver Virgínia e saber se achara a carta, mesmo que não achasse iria pedir a moça em namoro, mas estava muito nervoso, não sabia se era recíproco, arquitetara tudo na sua mente...

   Como fazia todos os dias observava o vai e vem das pessoas pela janela e naquele acinzentado cenário urbano uma mulher de vestido vermelho se destacava na apressada multidão. Era uma cigana, puxava a mão das pessoas, na maioria das vezes as pessoas passavam direto sem dar atenção a tal mulher. Saiu da janela e voltou a se arrumar, olhou vagamente para o computador lembrando-se que há dias não escrevia algo. Enquanto abotoava a camisa, passou os olhos na mesma paisagem e de novo viu o colorido da cigana e uma mão estendida. Paralisou-se, era como uma pintura, Virgínia com as mãos para a cigana, observou por segundos viu a cigana fazer muitos gestos, três passos para trás Virgínia deu, e saiu correndo no meio da multidão, perdeu-a de vista e ao fundo só escutou um estrondo e freada de carro. O coração dele acelerou, a respiração ofegou-se, como por impulso saiu correndo para ver o que poderia ter acontecido, temeu o pior e um nome suspirou:
- Virgínia...
   Aproximava-se cada vez mais da multidão e quanto mais perto chegava menos queria ir. Parou. Não tinha coragem para se aproximar só escutava o povo falar:
- Coitada da moça! Muito jovem a pobrezinha!
- Acho que foi suicídio, jogou-se na frente do carro!
Todos falavam ao mesmo tempo, mas só uma frase ressoava nos seus ouvidos, um homem disse para o outro:
- Ela morreu, e só isso...
Ela morreu? E só isso? Nada fazia sentido em sua mente, lembrou dos três passos para trás que Virgínia deu, e repetiu o gesto, para trás ele andou e as costas ele deu. Da doce e inocente Virgínia só queria boas recordações...
   Andou desnorteado, pensou em Dona Zulmira, tinha que ir lá, pois mesmo que ela já soubesse da morte da sobrinha precisava lhe contar tudo que viu, e prestar seus pêsames. No caminho para a pensão a frase ficava repetindo-se em sua mente: “Ela morreu, e só isso...”

 
 Próximo a entrada da pensão da Dona Zulmira, ficou perplexo parado, estaria vendo coisas? Seria um fantasma? Virginia sentada em um banquinho na pequena praça em frente à entrada de casa. Ele não se moveu e a imagem de Virginia aproximava-se cada vez mais, sorrindo como ele nunca vira antes, e disse-lhe:
- Mattos? Esse é seu nome?
Respondeu apenas que sim, estava realmente tonto. Desmaiou...

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   Abriu os olhos e viu Dona Zulmira olhando para ele com vinagre na mão, o cheiro do condimento ainda penetrava nas suas narinas, atordoado começou a falar desenfreado:
- Meus pêsames Dona Zulmira, eu vi tudo! Vi quando a cigana fazia gestos, vi quando ela saiu correndo, escutei o freio do carro, a batida... Não tive coragem de vê-la, não entendo por que fez isso? Eu a amava... Escrevi uma carta me declarando...
A senhora interrompeu dizendo:
-Sim ela leu meu filho, mas acho que você confundiu as coisas...
Virgínia entra no quarto e diz-lhe sorrindo:
-Está tudo bem? Eu também vi o que aconteceu. Parece que a moça suicidou-se. Foi muito triste.
Ele a olhou profundamente aliviado. Sentiu-se mal e aliviado ao mesmo tempo, uma pessoa realmente havia morrido, mas não era Virgínia. Havia entendido a frase: “Ela morreu, e só”. Quando não é um ente querido hipocritamente fingimos sentir, mas damos graças a Deus por não ter sido ninguém que amamos. Tirou essa conclusão Mattos silenciosamente.
   Virginia contou que a cigana falou de morte e descobrimento de um amor. Achou aquilo tão mórbido que saiu correndo daquela figura sinistra, foi quando se deparou com o suicídio. Em casa achou a cartinha dentro do livro. Virou-se para Mattos e perguntou:
-Está mais calmo agora, ficou nervoso com a morte da desconhecida?
Mattos respondeu tranquilamente do mesmo jeito que escutara a frase:
-Ela morreu, e só isso... 

segunda-feira, 8 de março de 2010

Observações inúteis de uma desbocada sobre a noite do Oscar 2010.

Minha humilde visão como telespectadora do Oscar 2010, foi logo de cara o favoritismo do filme Guerra ao terror e Avatar. Avatar pelo soco no estômago de efeitos especiais e Guerra ao terror pelo mesmo blá, blá, blá que os Americanos tanto gostam.

Quem assistiu pela Rede Bunda de Big Brother (BBB) Globo de televisão,  teve que aguentar a tradução simultânea de Branca Viana que no calor da traduÇão até os ha, ha, has ali falados eram traduzidos.
José Wilker comentava sobre os filmes tornando-se assim uma espécie de Galvão Bueno cinéfilo. Era os atores de lá falando em Inglês, Branca Vianna traduzindo simultâneamenete e o Wilker torcendo contra Avatar... Que confusão!

Como mulher que sou não pude deixar de perceber que as atrizes não envelhecem! Eis que surge Sandra Bullock, linda, maravilhosa, magérrima e jovem! Como? Eu era adolescente e ela já era daquele jeito! Tstststststs... Eu desejei (que feio!) que ela levasse um tombo e acabasse com toda aquela elegância...
Em contra partida George Cloney era focado constantemente "ainda maravilhoso" com aquele cabelo grisalho e... nossa ele continua bonito!
E as dancinhas? PQP! O que era aquilo? Temi não conseguir assistir, já que estava achando aquilo chato para caralho!
Esqueci da Sandra Bullock e fui fritar um tira gosto, umas linguicinhas de frango. Surge outra diva  de meia idade: Michelle Pfeiffer linda, magra e jovem! Largo as linguicinhas... Porra não é possivel gente!
A mulherada não envelhece! Os fabricantes de Botox agradecem o prestigio...

Sou fanzoca de Morgan Freeman e por isso torcia para ele ganhar o Oscar de melhor ator, então quando Jeff Bridges subiu ao palco, tive vontade de ir lá e arrancar a estatueta da mão dele. Nada contra só por um questão de empatia. Cloney fez carinha de triste (tadinho) mesmo fazendo biquinho é lindo!

Sean Peann anuncia com aquela mesma carinha de chupa limão de vinte anos atrás o Oscar de melhor atriz para Sandra Bullock que além de todas as qualidades já mencionadas por mim é também muito bem humorada.... Desisti das linguicinhas...
Estava torcendo para a gordinha, negra do filme Preciosa, mas ainda não é hora de quebrar padrões.

Barbara Streisand com uma roupa horrosa, anuncia o prêmio de melhor diretor  (que foi para uma mulher) e Tom Hanks entra meio que voando (parecia alterado!) e anuncia de "supetão" o ganhador de melhor filme: Confesso que fiquei boiando por alguns segundos. Danou a falar Wilker, a repórter que fazia par com ele, Branca Viana e o povo do Oscar... Outra confusão... ???????
Melhor filme para:  Guerra ao terror (previsível).
Ao fim pensei o motivo que assistia aquilo? Já que as 06:30hs estaria de pé para trabalhar.
Se você achou tudo isso uma bobagem e estiver realmente interessado numa opinião de quem entende, entra no blog do Mattheus Rocha: http://mattrocha.blogspot.com/

quinta-feira, 4 de março de 2010

O intolerante religioso

Eu queria falar de um tipo, que tenho visto muito por ai últimamente: O intolerante religioso.
É aquele tipinho de pessoa que não só intolera a religião alheia como também intolera qualquer opção que não seja a sua opção de vida. Para ele (a) sua verdade é a verdade do mundo.

A algum tempo atrás eu escutei uma frase que me fez refletir sobre escrever esse texto . Um rapaz, meu conhecido, cuja religião eu prefiro não comentar, me disse a seguinte forte frase:
-Eu tive vontade de tacar pedra nelas!
Ele se referia a duas senhoras que faziam na porta de casa (da casa delas) um referido "despacho".
Como assim tacar pedra? Por que? Que mal fazia elas a alguém para merecer sequer um pensamento de pedradas? Por um momento imaginei ao contrário. Imaginei um bando de ubandistas entrando no local religioso dele e tacando pedras... Não, isso nunca aconteceu!

Parece absurdo? Mas não é! A pouco foi noticiado aqui no Rio de Janeiro, um grupo de fanáticos invadiram um centro espirita e depredaram o local alegando que o Diabo estava ali...


Me orgulho de não ter religião nenhuma, mas respeito profundamente a religião alheia e suas crenças, não me delimito a nenhum pensamento religioso, mas constato infelizmente que algumas das maiores tragédias da humanidade foi por intolêrancia religiosa e seus devaneios...

Fazendo uma pesquisa para este blog deparei-me com a Inquisição, acho que o período mais terrivel da história religiosa mundial, a Santa inquisição levou até o seu término milhões de vidas em nome de um suposto Deus... Acredito que muito de intolêrancia foi passado para a humanidade desse período terrivel e talvez estejamos entrando numa segunda "caça as bruxas" moderna, vide Nazismo, guerras religiosas, depredações, homens bombas...  Prefiro mesmo ficar longe disso!
A quem interessar achei esse site sobre os intrumentos de tortura usados na inquisição (terrivel!): www.misteriosantigos.com/torturas.html

Espero que essa sementinha intolerante implantada nas mentes de alguns por aí não germine e preguemos o amor, a paz e principalmente o respeito.
É mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito. (Albert Einstein)