sábado, 31 de outubro de 2009

Aluna da UNIBAN( UNIBAMBY) é expulsa por usar mini saia.



O coro era de PUTA!
No mais estilo desbocada de ser: VAI PRO CARAIO!!! Quase não acreditei nisso!
Puta, por usar mini saia? Em que século estamos? Escolta policial por uma mini saia! Não é possível que esse bando de manés nunca viram um belo par de pernas?
Vergonha essa faculdade, agora mais conhecida como UNIBAMBY... Onde se formam viadinhos felizes e mulheres recalcadas...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Não quero andar de colete a prova de balas e capacete de guerra.

   Foi impressão ou depois do anúncio que o Rio de Janeiro vai sediar os jogos Olímpicos de 2016 explodiu uma bomba (modo de falar, ok?) em alguns bairros da zona norte da cidade?
   Claro que o Rio de Janeiro tem lá seus problemas, a violência sempre esteve presente, mas também há em muitas cidades do Brasil. Muitas pessoas acham que o Rio é só Zona sul, é só o que se vê em novelas da rede Globo, não é bem assim, a geografia não ajuda muito (muitos morros, ponto favorável para tráfico de drogas) e o descaso com a população carente e enorme.
   Realmente muita coisa ruim acontecendo ao mesmo tempo, e a mídia em cima. Helicóptero caindo, inocentes morrendo, policiais morrendo... Muitas famílias sofrendo ao mesmo tempo.
   O tráfico tem sim que ser combatido, mas não se pode esquecer que no meio disso tudo há famílias inocentes! Tem que haver outro modo de cortar toda essa entrada de drogas e armas no Rio.
   Hoje vi a entrevista da mãe que perdeu o filho, o menino de 16 anos foi jogar o lixo fora e levou um tiro na cabeça, sem motivo algum, pois naquele momento não havia troca de tiros, com seu jeito humilde ela disse: Eu peço ao governador, ao prefeito aqueles que andam de avião para lá e para cá que olhe a comunidade, pois as crianças estão morrendo, quem vai morrer agora? As crianças que estão na barriga da mãe, os trabalhadores que levantam cedo para ir trabalhar?
   Alguma coisa de errada está acontecendo. O Rio não é o maior consumidor de drogas do Brasil. Mas como o tráfico está tão bem armado? Como essa droga toda chega aqui? Dizem que os verdadeiros culpados não estão nas favelas, nos morros... Dizem que os verdadeiros culpados não colocam as cabeças a prêmio, nem se viciam em porcarias que acabam com as famílias e com a mente dos jovens... Mas essa é uma polêmica que não quero levantar.
E assim que queremos ver a imagem da nossa cidade na mídia nacional e internacional?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Faz ou fazem?

   Pode parecer besteira, mas não é! Que atire a primeira pedra quem nunca ficou com essa dúvida. Volta e meia me deparo com ela, ai faço um esforço e lembro-me da regrinha. Mas olha, conheço gente que falou (fala) errado a vida toda e está vivo até hoje... Mas para quem escreve ou vai prestar um concurso público é bom saber, afinal a desbocada também é cultura!
Sempre que indicar tempo, o verbo fazer deve ser empregado na terceira pessoa do singular (como em "ele faz"). Caso contrário, é empregado normalmente, seguindo sua conjugação.
Ex:  Luiz faz pesquisa em casa. (ele faz)
      Faz tempo que não vejo esse filme. (tempo)
O verbo fazer não tem plural quando faz parte de oração que dá idéia de tempo.
Se esse mesmo verbo fazer vier acompanhado de um auxiliar (sempre antes dele), este ficará também no singular: vai fazer dez anos, está fazendo quase dois anos, ia fazer mil anos, etc.
O verbo fazer também não tem plural quando se refere a fenômenos da natureza. Assim; faz muitos dias bonitos na primavera, deve fazer muitos dias de sol este ano.

Exemplos errados:
Fazem vários anos que não vou à praia. (faz vários anos..., pois se refere a tempo)
Já fazem 15 minutos que ela não chega! (já faz 15 minutos...)
Como o sujeito manda no verbo, ou seja, o sujeito rege o verbo, e o sujeito nos dois exemplos acima está no plural.

Espero ter ajudado alguma alma perdida por aqui, e, por favor, qualquer coisa errada deixe um comentário me corrigindo, pois qualquer um pode errar...

sábado, 17 de outubro de 2009

Noites de loucura. Parte III (FINAL)

  Estava de camisa de força, gritando muito! Dizia: - Não!!! Não sou louco!! Me tirem daqui!
  Todos seus colegas presentes segurando-o, estaria louco? -Por favor não!! Me tirem daqui!!
  Um suspiro longo, abre os olhos, olha em volta, estava agora acordado, tivera sido um sonho, daqueles bem reais. Levanta-se, esfrega o rosto, olha sua humilde quitinet, a vida estava muito solitária desde que se separou e via os filhos de 15 em 15 dias. Sentiu saudades, mas mesmo quando moravam todos juntos, ele quase não ficava em casa, motivo pelo qual a esposa  deixou-o e foi aventurar-se com um novo amor. Nunca admitira a imensa tristeza que ficou no coração, mas como tudo na vida, deixou passar e agora vivia sozinho e trabalhando com loucos feito um louco. - Por que não lutei pela minha família! Disse Astrogildo sozinho, já arrumando as coisas para ir trabalhar.
  No caminho para o trabalho pensava que de hoje não passava a descoberta do que acontecia naquele último leito 274. -Hoje vou chegar de fininho... Pego aquele doido no flagra e descubro o que está acontecendo! Disse isso mas nem percebeu que falara em voz alta, e as pessoas em volta dele no ônibos o olharam, deviam estar pensando que era louco! Mas Astrogildo nem estava preocupado com isso, queria mudar, queria ser mais vivido, cansara de ser calmo demais e viu que a vida passava. Foi como se derrepente acordasse.
  Chegou ao hospital dando boa noite, falando com todos e viu um dos pacientes com a orelha grudada na parede, virou o interno e disse: -Seu Gil, vem aqui seu Gil, olha que estranho!
  Gil chegou perto, meio desconfiado, colocou a orelha, e não escutou nada. Olhou para o interno e disse:
-Não escutei nada! Disse com desdem
-Pois é seu Gil, está assim desde ontem, quando o senhor não está, fica calminho... Disse o interno ao enfermeiro.
 Saiu Gil  pensando: e eu ainda parei, devo estar meio pertubado mesmo... Mas será que ele quiz dizer alguma coisa?
 As horas se passaram e Gil arquitetou seu plano. Horas depois estava escondido numa sala médica ao lado do leito suspeito e combinou com a medrosa Lediene de fazer sua Ronda, reclamando muito Lediene aceitou, pois a curiosidade superou seu medo.
  Hora da ronda, estava na sala ao lado, dava para escutar os passos de Lediene vindo em direção ao leito 274, foi quando Gil escutou: - Aí! Tô podre! E uma fungada(shuuiiiiiiii) Aí! Tô podre!!!
 Pulou no leito, e deu de cara com a cena. O interno enfiava os dedos por entre as nádegas, -Aí, (cheirava os dedos) e dizia: - Tô podre! Aí tô podre!!! Seu Gil por que estou assim fedendo, podre? Sente o cheirinho seu Gil, vê se eu tô podre. Uma cena lastimável...
 - Preciso de férias!!! Gil apagou a luz, mandou Lidiene voltar e gargalhou muito voltando para seu posto.
- Nem te conto Lidiene!!! Gil gargalha e sua voz ecoa pelos corredores... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...

domingo, 11 de outubro de 2009

Noites de loucura. PARTE II

   Hora de ir para casa, estava realmente cansado, pensava a quanto tempo exercicia aquela profissão, e que pela primeira vez sentia-se exausto, lembrou que faz tempo que não sabia o que era férias.
   Dois dias se passaram, lá estava em mais um plantão, estava revigorado, não sentia o cansaço dos outros dias e assim foi... Dez horas da noite, hora da ronda para apagar as luzes e verificar todos os andares, lá vai nosso herói sem nem mais lembrar do ocorrido sinistro plantão passado.
   Caminha por todo o primeiro andar, olha os leitos, apaga as luzes, comprimenta sua colega de trabalho que cruza o corredor. Sobe até o segundo andar e segue o mesmo ritual. Mais ao fundo, Gil vê uma luz acessa, caminha em direção a esta, e começa a escutar os múrmurios do plantão passado:
-Ai!!! Tô podre!!! Ai!!! Tô podre!!! Ai TÔ PODRE!!!
  Mais uma vez corre, corre muito depressa, imagina mil coisas, aqueles doidinhos não eram faceis, pensava enquanto corria. Mas, mais uma vez, a voz se dissipou com sua chegada ao leito. Apenas uma luz acessa e o interno dormindo enrolado nas cobertas... Gil ficou parado, mais uma vez não sabia o que estava acontecendo! Aquele interno estava brincando com ele? Estaria imaginando coisas?
  Nunca havia dado importância a acontecimentos relativos a seu trabalho, já havia visto de tudo; Napoleão Bonaparte, Anjos caidos do céu, Joana D'arc, ataques, frases, nojeiras... Mas aquilo ele não sabia explicar!
  Atordou-se a noite toda! Não era medo que sentia, era dúvida, cansaço, e por que aquele acontecimento normal para um hospicio mechia tanto com ele.
  Resolveu desabafar com alguém, sua colega de trabalho Lidiene, que dividia aquele plantão, mostrou-se assustada, afinal nunca vira Gil atormentado daquele jeito. - Será um fantasma Gil? Eu hein! Não subo naquele segundo andar sozinha nem que me pague rios de dinheiro! Disse Lidiene com ares de medo.
 Não ajudou muito, e no final do plantão já de manhã resolveu conversar com o Médico responsável Dr.Gustavo sobre o paciente que sempre está dormindo quando escuta os tais gritos.
- Olha é um quadro de esquizofrenia. Prever o que ele possa fazer é impossivel, mas demonstra ser calmo. Porque o que aconteceu? Disse o médico preocupado.
- Nada Dr. é que escuto ele falar coisas a noite, fiquei curioso, só isso.Disse Gil
-Qualquer problema me comunique.
  Gil ficou com vergonha de relatar o ocorrido ao médico, então deu um sorrizo amarelo e fez sim com a cabeça. Melhor ir para casa, não estou bem... 

Continua na 3ª parte(final)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Noites de loucura. PARTE I

    Astrogildo era um técnico de enfermagem, meia idade, alto, pele negra, divorciado hás alguns anos.
   Nesse meio de trabalho em que vivia, já havia visto de tudo, então nada o assustava nem o surpreendia, imagine então, há alguns anos trabalhava dando plantões em um hospicio municipal.
   Sem nenhuma perspectiva de nada, fisinomia dura e andar lento Astrogildo segue seu caminho em algum plantão interminável enquanto um dos pacientes grita:
- O saber é o ópio  dos mamiferos!!!
    O semblante de nosso personagem se move, suas sobrancelhas se juntam como se pensasse, seria uma bela frase se ele não fosse maluco...
     Noite a dentro se passa, Gil como gosta de ser chamado pelos amigos, caminha pelo hospital como se fosse um policial fazendo uma ronda. Sobe os dois extensos andares do hospital, apaga as luzes, verifica tudo... Quase um rotina. Mas naquele segundo andar o corredor parecia mais extenso que os outros dias. Gil andava em direção ao último quarto, pois viu uma luz acessa. Foi quando, escutou algo. Algo que nunca escutara, algo que não fazia parte daquela rotina em que sua vida se encontrava. Começou quase como um gemido e foi aumentando o volume:
- Ai... Ai tô...Podre!!! Ai tô podre!!! Ai tô podre!!!
    Gil correu em direção ao som estranho, não demostrava estranhesa, nem medo, nada. Mas correu. Chegou no quarto e ficou indignado com o que viu, não podia ser!!! 
   Nada... O interno apenas dormia. Não podia ser pensava , eu escutei algo e não imaginei coisa! Gil apagou a luz e continuou sua ronda hospital a dentro, mas pensou naquilo a noite toda...

continua...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Olympiadas 2016, O Rio merece!!!

   O máximo as Olympiadas 2016 serem realizadas aqui no Rio de Janeiro, não é por que sou carioca, mas o Rio é muito bonito!!! Só não é perfeita pelos problemas que todos sabemos principalmente com segurança que é um assunto que assusta muito o turismo, mas isso tenho certeza vai ser resolvido pelas autoridades competentes.
    Fiquei muito feliz com o resultado, mas claro devo ressaltar uma série de observações que fiz a esse respeito. O governador Sergio Gordinho Cabral disse que já dispõe de 3 bilhões para começar obras referentes a Olympiadas. Gente peraí! Como assim? Essa dinheirama toda disponível e o Rio do jeito que está? Saúde precária, educação porcaria e segurança pedindo socorro!!! Para se ter um espetáculo em 2016 temos que primeiro olhar para os problemas internos do Rio. Quando disse no primeiro parágrafo que com certeza o assunto segurança vai ser resolvido, sei que é de urgência a situaçaõ em que o RJ se encontra. Não se pode camuflar isso!!! No PAM realizado ano passado, metade da população de rua desapareceu durante as competiões, onde enfiaram tanta gente eu não sei, só sei que a mendiga que ficava aqui na minha rua Maria e sua turma de doidos e cachaceiros foi recolhida pela prefeitura e até hoje não apareceu... Enfim...
   Acho que está na hora de investir em educação, colocar essa meninada toda para estudar, praticar esporte e dar alguma luz para o futuro do nosso pais que são as crianças. O ladrão, bandido de hoje foi com certeza a criança sem rumo de ontem. Tem que se profissionalizar desde o primeiro grau, ensinar uma profissão e dar esperança a população carente, antes que o tráfico adote nossas crianças. Sr. Governador não vai ter obra, investimento de 3 bilhões que consiga reverter essa situação em 2016. EDUCAR É PRECISO, E URGENTE!!!
   Sobre saúde não preciso dissertar nada já que todos sabem a precariedade em que vive nosso sistema de saúde... Deve se investir também na saúde, afinal a população tem que estar saudável para receber as olympiadas.
   Enfim foi todo mundo para rua, para torcer, vestido de verde amarelo, bandeira do Brasil... Já disse isso uma vez aqui, o povo só é patriota em tempos de Copa, Olympiadas... Tem que ter essa garra toda, essa emoção toda, para votar, brigar pelos seus direitos e cobrar sempre! Pois nosso país é muito bonito, mas nossa política ainda é muito corrupta. 



Essa imagem eu não vi no video feito com as maravilhas do RIo de janeiro...
Esse final de semana fiquei assim, sem inspiração... Mas já estou com umas idéias aqui na minha mente doente...
Amanhã escrevo algo...

sábado, 3 de outubro de 2009

Liberdade de imprensa

   Esse texto eu fiz estudando para o ENEM para simular uma redação, achei bacana resolvi publicar, algumas coisas CLARO não fazem parte da redação original.


   Liberdade, igualdade e fraternidade, ideáis iluministas que inspiraram grandes revoluções. Com  ajuda da imprensa essas ideias espalharam-se pelo mundo inteiro.
   A imprensa sempre divulgou, alertou e movimentou as grandes massas, sendo aqui no Brasil, por esses e outros motivos censurada na ditadura militar.
   Não se pode negar a grande importância da liberdade que tomou rumo a imprensa. Mas a banalização da informação e a nítida falta de interesse em assuntos de coletividade deram a imprensa estatus de inútil.... A população prefere saber quem é o namorado da super modelo do que saber o que esta sendo feito com o dinheiro público e o futuro do nosso país.
   Não há mais censura em nosso país( GRAÇAS A DEUS SENÃO EU ESTAVA FUDIDA!!!) as pessoas que devem escolher entre ver o Big Brother, o programa de fofoca, a novela ou peitos e bundas nas pegadinhas picantes do Silvio Santos... É melhor ler um livro!!!
   Seria muito díficil um controle desses meios de comunicação sem que isso seja denominado censura, deve ser uma escolha pessoal de cada um e aquilo que ferir a Constituição Federal  deve ser combatido e punido.