quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Noites de loucura. PARTE I

    Astrogildo era um técnico de enfermagem, meia idade, alto, pele negra, divorciado hás alguns anos.
   Nesse meio de trabalho em que vivia, já havia visto de tudo, então nada o assustava nem o surpreendia, imagine então, há alguns anos trabalhava dando plantões em um hospicio municipal.
   Sem nenhuma perspectiva de nada, fisinomia dura e andar lento Astrogildo segue seu caminho em algum plantão interminável enquanto um dos pacientes grita:
- O saber é o ópio  dos mamiferos!!!
    O semblante de nosso personagem se move, suas sobrancelhas se juntam como se pensasse, seria uma bela frase se ele não fosse maluco...
     Noite a dentro se passa, Gil como gosta de ser chamado pelos amigos, caminha pelo hospital como se fosse um policial fazendo uma ronda. Sobe os dois extensos andares do hospital, apaga as luzes, verifica tudo... Quase um rotina. Mas naquele segundo andar o corredor parecia mais extenso que os outros dias. Gil andava em direção ao último quarto, pois viu uma luz acessa. Foi quando, escutou algo. Algo que nunca escutara, algo que não fazia parte daquela rotina em que sua vida se encontrava. Começou quase como um gemido e foi aumentando o volume:
- Ai... Ai tô...Podre!!! Ai tô podre!!! Ai tô podre!!!
    Gil correu em direção ao som estranho, não demostrava estranhesa, nem medo, nada. Mas correu. Chegou no quarto e ficou indignado com o que viu, não podia ser!!! 
   Nada... O interno apenas dormia. Não podia ser pensava , eu escutei algo e não imaginei coisa! Gil apagou a luz e continuou sua ronda hospital a dentro, mas pensou naquilo a noite toda...

continua...

2 comentários:

Si Wasabi disse...

Oi! Poxa, fiquei curiosa pra saber o restante da história!!! Rsrsrsrs!

Você escreve muito bem!

Bjs

Required field must be blank disse...

acho q vc precisa de um BETA

carol diz:
ta escrevendo tb né!?